IBGE : empregados informais com baixo salário sobe no Piauí

Cidade Modelo 19 maio 2017 11:29
Até o final de 2016, o Piauí tinha uma das menores taxas de desemprego do país: 8,8%. Isso significava que 123 mil piauienses estavam procurando se recolocar no mercado de trabalho.

Crédito:TIAGO QUEIROZ/ESTADÃO CONTEÚDO/AE/Código imagem:150810

Mas nesta quinta-feira (18), o IBGE apontou que a situação, que tenderia a melhorar, piorou. A taxa de desemprego subiu para 12,6% no Estado – são, agora, 175 mil piauienses sem trabalho.

Os dados são referentes ao trimestre de janeiro a março de 2017.

É importante explicar que as pessoas que são consideradas desempregadas (ou desocupadas) são aquelas que têm mais de 14 anos e que não estão trabalhando porque não conseguem emprego. Nesse sentido, excluem-se os estudantes, as donas de casa, e todas as classes que não trabalham por opção, e que somam mais 1,156 milhão de piauienses.

A renda média dos trabalhadores piauienses continua na laterna do país, mas teve um pequeno acréscimo. Era de R$ 1.310 no trimestre encerrado em dezembro e ficou R$ 1.412 no trimestre encerrado em março. O reajuste foi de 7,7%.

Ocupação x renda

– Os empregados com carteira assinada cairam de 239 mil no trimestre encerrado em dezembro de 2016 para 230 mil. Essa categoria teve um pequeno incremento na renda (2,9%) – passou de R$ 1.347 para R$ 1.386.

– O número de empregados sem carteira subiu de 215 mil para 216 mil. Mas a renda deles diminuiu ainda mais, passou de R$ 596 para R$ 584 (redução de 2,1%).

– A quantidade de empregados domésticos continua caindo. Era 79 mil até dezembro. Agora está em 75 mil. No mesmo período do ano passado, havia 91 mil empregados domésticos no Piauí. A renda média dessa categoria passou de R$ 527 para R$ 534 (reajuste de 1,2%).

– Até o número de empregados no setor público caiu, de 197 mil para 189 mil. A renda continua a segunda maior entre todas as classes e teve reajuste de 6,8%. Passou de R$ 2.721 para R$ 2.906.

– Os empregadores subiram de 58 mil para 59 mil. E ainda continuam na primeira posição quando o assunto é renda mensal, além de terem tido o maior reajuste (8,8%). O rendimento passou de R$ 3.222 para R$ 3.504.

– O número de trabalhadores por conta própria caiu de 390 mil para 359 mil. O rendimento dessas pessoas passou de R$ 697 para R$ 751 reajuste de 7,8%).

– Quem trabalha ajudando a família somava 90 mil e agora soma 89 mil.

Volume de recursos

As pessoas ocupadas no Piauí fizeram circular mensalmente R$ 1,59 milhão nos meses de janeiro, fevereiro e março. Esse valor é 3,2% maior que o que circulava no trimestre anterior (R$ 1,54 milhão).

Fonte: Cidade Verde

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